Publicado por: ferdesigner | 19/03/2015

SP tem mais que o triplo de vazamentos

EM MADRI

Com todo o investimento na reciclagem e dessalinização de água, não adiantaria ver, em seguida, o líquido indo embora por vazamentos no sistema de distribuição. Assim, Israel investe também em tecnologias para o controle desse desperdício.

Hoje, o país vê apenas de 5% a 10% de sua água vazar. Em São Paulo, incluindo ligações clandestinas, o desperdício está em 34,3%.

“Em Israel, não permitimos que o sistema perca nada”, diz à Folha Shimon Constante, vice-presidente regional da empresa israelense Miya, uma das firmas do país que podem encontrar um nicho na crise hídrica paulistana.

A expansão é parte do plano de Israel. O programa do governo NewTech tem como missão promover técnicas israelenses para a água e as energias sustentáveis ao redor do mundo, incentivando empresas.

Entre seus projetos, a Miya trocou medidores de uso de água, combateu conexões ilegais e fez conscientização em escolas.

“Estou no Brasil há seis meses. As pessoas gastam muita água aqui. Há uma diferença cultural, porque não existe a sensação de escassez que há em Israel.”

“Em Israel, muito dinheiro é gasto pelo governo para educar e regular o setor”, diz. “No Brasil, é visto como um ‘investimento’. Mas a situação muda quando há escassez. As empresas não querem investir para trocar os seus canos, mas não há opção.”

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