Publicado por: ferdesigner | 11/07/2014

Emissões de CO2 do desmate na Amazônia podem ser 40% maiores

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Um estudo sobre degradação florestal sugere que as emissões de gás carbônico (CO2) causadas pela destruição da Amazônia são 40% maiores do que as relatadas pelo Brasil. Segundo o trabalho, em 2010 a floresta perdeu mais de 50 toneladas de carbono com corte seletivo de madeira e destruição parcial por fogo. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a líder do estudo, Erika Berenguer, ecóloga da Universidade de Lancaster (Reino Unido), afirma que as imagens de satélite mostram o que parece ser vegetação, mas na verdade já sofreu uma mudança estrutural muito grande.

Os cientistas mediram mais de 70 mil árvores para calcular com precisão quanto carbono estava estocado em florestas intocadas e naquelas deterioradas. O estudo teve participação da Embrapa, USP, Inpe e Museu Goeldi, porém foi contestada por cientistas. Mercedes Bustamante, ecóloga da UnB que participou da elaboração do inventário nacional, diz que é errado pensar que ele implica que essas emissões estão sendo omitidas dos dados oficiais. Bustamante afirma que o inventário leva em conta, sim, transições graduais na deterioração da floresta entre a mata virgem e o corte raso, mas os relata de forma mais simplificada. (Fonte: Terra)

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